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Fotos da inauguração do CEPETEC (Centro de Pesquisa e Tecnologias de Cuidado em Enfermagem e Saúde)
Publicado em 13/05/2013 às 17:00

O CEPETEC é um Centro de Pesquisa e Tecnologias de Cuidado em Enfermagem e Saúde, que envolve vários Grupos de Pesquisa do Centro de Ciências da Saúde e pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento, do âmbito da UFSC e de outras instituições universitárias nacionais e internacionais.

Constitui-se em um centro de referência para a criação, monitoramento, experimentação, avaliação e divulgação de tecnologias inovadoras para o cuidado em enfermagem e saúde, com vistas a qualificar a assistência em enfermagem e saúde e atender as demandas da sociedade contemporânea. Visa produzir conhecimentos para um cuidado tecnicamente competente, seguro e humanizado nas áreas de promoção, proteção e recuperação de saúde dos indivíduos, famílias e comunidades no contexto onde se inserem. Pretende articular o envolvimento de pesquisadores doutores e estudantes de doutorado, mestrado e de graduação para a construção permanente de tecnologias de cuidado, com a finalidade de contribuir para uma maior resolutividade das práticas em saúde dirigidas a indivíduos, famílias e grupos da comunidade, bem como aos próprios trabalhadores da saúde.

Neste sentido, articula-se com outros centros produtivos de pesquisas acerca do cuidado em saúde e enfermagem de diversas instituições internacionais (Canadá, México, Colômbia, EUA, Espanha, Portugal, Suécia) e nacionais (UFRGS, UFPR, UFSM, FURG, UFPel, UFMG, UFBa, UFPa, UFAC, UESB, UNICAMP, USP-RP, UFRJ, UERJ).

O CEPETEC constitui-se em um laboratório de experiências cuidativas-assistivas, que em sua estrutura contará com:

a)    laboratórios para o desenvolvimento, aplicação e testagem de modelos e processos em Telessaúde e Teleducação nos mais variados contextos e cenários de saúde e educação: telemonitoramento em saúde e educação; elaboração de materiais, estruturação de ambiente streaming, entre outros;

b)    laboratórios de produção e experimentação de práticas cuidativas em saúde com recursos de realidade virtual para o desenvolvimento e testes de objetos de aprendizagem, de ambientes virtuais de aprendizagem, de modelos e métodos de desenvolvimento de software de aprendizagem, para avaliação de evidência crítica (significância, validade, estatística), para pesquisa educacional, pesquisa em saúde e design de avaliação entre outros;

c)    As unidades que compõem o CEPETEC são:

1  LABORATÓRIO DE PRÁTICAS DE SAÚDE CUIDATIVAS SIMULADAS – LPS;

2 – LABORATÓRIOS DE TELESSAÚDE E TELEEDUCAÇÃO – LTT;

3 – LABORATÓRIOS DE PRODUÇÃO DE TECNOLOGIAS – em:

  • LPT – Cuidado a Saúde da Família e Promoção da Saúde
  • LPT – Cuidado a saúde da mulher, do recém-nascido e da criança
  • LPT – Cuidado a pessoas com doenças crônicas
  • LPT – Cuidado à adultos em ambiente hospitalar e extra-hospitalar
  • LPT – Cuidado a pessoas na terceira idade
  • LPT- Avaliação de Políticas Públicas em Saúde
  • LPT – Gestão nos Serviços de Saúde e Enfermagem
  • LPT – Cuidado para a Saúde do Trabalhador

A conformação de um Centro de Pesquisa e Tecnologia de Cuidado em Enfermagem e Saúde amplia a construção compartilhada de conhecimentos na perspectiva interdisciplinar, atenta à realidade social e de saúde tendo como referência o desenvolvimento das profissões de saúde com vistas a fazer diferença na qualidade de vida das populações. O Centro possibilita, também, a discussão e reflexão, difusão e socialização dos conhecimentos produzidos, contribuindo sensivelmente para o avanço da ciência, tecnologia e inovação elevando o potencial de produção científica em enfermagem e saúde.

 

VIII Congresso Brasileiro de Enfermagem Obstétrica e Neonatal / II Congresso Internacional de Enfermagem Obstétrica e Neonatal
Publicado em 08/05/2013 às 11:19

ATENÇÃO: Modificações na programação da SBEn
Publicado em 03/05/2013 às 12:06

Informamos que ocorreram algumas modificações na programação da Semana Brasileira de Enfermagem.

Acessem  a nova programação.

Curso: Pesquisa de Artigos Científicos em Base de Dados
Publicado em 02/05/2013 às 11:06

Semana Brasileira de Enfermagem (SBEn)
Publicado em 30/04/2013 às 13:54

A Semana Brasileira de Enfermagem (SBEn), é uma promoção da Associação Brasileira de Enfermagem (Nacional, Seções, Regionais e Núcleos), e neste ano será realizada de 12 a 20 de maio de 2013.

O tema central Consciência Profissional e a Enfermagem no Cuidado com a vida será o eixo articulador temático em torno do qual se desenvolverá uma diversificada programação, desenvolvida através de conferências, simpósios, oficinas, exposições, rodas de conversas, atividades comunitárias, entre outras atividades, direcionadas aos trabalhadores e estudantes de enfermagem, além de outros trabalhadores da saúde e segmentos interessados.

A Semana Brasileira de Enfermagem, atividade anual da ABEn, tornou-se parte do patrimônio cultural desta entidade. Foi instituída pela Escola de Enfermagem Anna Nery, em 1940, tendo como idealizadora a então Diretora Laís Netto dos Reys. Sua realização ocorre de 12 a 20 de maio, sendo que no dia 12 de maio comemora-se o Dia Internacional da Enfermeira. No Brasil, em 1960, o então Presidente Juscelino Kubitschek assinou o Decreto 48.202, oficializando a “Semana da Enfermagem”. (Diretoria da ABEn Nacional, Gestão 2007-2010)

Veja a programação e organize sua agenda para participar, acessando: Programação da SBEn.

Prof Dra Lúcia Amante; Prof Dra Ana Rosete Maia; Prof Dra Juliana Balbinot e Prof Dra Soraia Dornelles.

Profª Drª Vânia Marli Schubert Backes em missão de trabalho na Universidade Católica de Ávila
Publicado em 26/04/2013 às 8:42

Para saber mais, acessem: https://www.ucavila.es/index.php?option=com_content&view=article&id=2732%3Ala-ucav-y-universidad-federal-de-santa-catarina-brasil-estudian-proyecto-comunes&catid=38%3Anoticias-ucav&Itemid=421&lang=es.

Katheri Zamprogna (aluna da graduaçao da UFSC), Profª Drª Vania Marli Schubert Backes, a Reitora da UCAV e Carmen Chivite (Professora de Enfermagem).

Resultado do Processo Eleitoral para Coordenação do Curso de Graduação em Enfermagem
Publicado em 24/04/2013 às 14:20

Interfases 2013.1
Publicado em 19/04/2013 às 8:22

Encontro Interfases: Uma vivência de integração dos estudantes e professores do Curso de Graduação em Enfermagem da UFSC

Olga Regina Zigelli Garcia

 

I – Introdução

Em novembro de 1994, durante o processo eleitoral para os cargos de Coordenador e Sub-coordenador do Curso de Graduação em Enfermagem da UFSC, uma das chapas, integrada pelas professoras Olga Regina Zigelli Garcia (candidata à Coordenadora) e Tânia Mara Xavier Scóz (candidata à sub- Coordenadora) apresentou na sua plataforma de trabalho, entre outras, a proposta de  “ … Instituir o primeiro dia de aula de cada semestre, a partir de 95.2 para encontro e troca de experiências de todas as fases e professores envolvidos no curso.”

Uma vez eleita, a chapa assumiu a Coordenadoria do Curso e denominou o encontro de ENCONTRO INTERFASES.

Em 26/06/95 a proposta foi levada ao Colegiado do Curso de Graduação em Enfermagem, tendo sido aprovada por unanimidade.

Após a devida aprovação no Colegiado do Curso de Graduação em Enfermagem, a proposta foi apresentada ao Departamento de Enfermagem. Como as fases do ciclo profissionalizante encontraram dificuldades em “ceder” este espaço, que subtrairia 5horas aula de seu cronograma, a chefia do Departamento de Enfermagem, na pessoa da Prof. Kenya s. Reibnitz intermediou um acordo entre as fases e o Colegiado de Curso, sendo desta forma, concedido para a realização do encontro 3 horas aula.

O primeiro Encontro Interfases Ocorreu em 01 de agosto de 1995.

 

II – Histórico da Metodologia adotada para a organização do Encontro

 

O curso tinha em 95.2, 280 alunos distribuídos em 08 fases. Como o objetivo era integração e troca de experiências, num primeiro momento (07:30 – 08:00h) todos os alunos concentravam-se no Auditório do Centro de ciências da Saúde.

Ao chegarem recebiam identificação com crachás de cores diferentes que tinham por objetivo evitar o agrupamento por afinidade e garantir que na mesma sala houvesse alunos da primeira à oitava fase. Sendo assim, em uma fase com, por exemplo, 40 alunos, eram distribuídos crachás com 07 cores diferentes.

Após as boas vindas pela Coordenadora do Curso,  explicando o objetivo do encontro, os 280 alunos foram divididos em 07 turmas de 40 alunos, sendo cada turma alocada em uma sala correspondente a cor do crachá que o aluno recebia.

Cada turma tinha um professor colaborador (que aceitava o convite da coordenadoria do curso para participar) que tinha a função de coordenar os trabalhos através de roteiro pré-estabelecido para o encontro, lista de presença e roteiro de ata. Para cada turma, a coordenadoria convidou um aluno recém-formado para relatar a experiência da última fase do curso.

Uma vez deslocados os grupos de trabalho para as respectivas salas (08:00 – 08:15h). os participantes tinham 15 minutos para apresentação individual sendo eleito, no grupo, um secretário e um cronometrista.

A seguir, estimulados pelo Coordenador, os alunos tinham uma hora para relatar as experiências vivenciadas na fase que tinham acabado de cursar, ressaltando pontos positivos, negativos e fazendo recomendações para a melhoria da qualidade de ensino.

Os vinte minutos finais do Encontro eram reservados para avaliação do mesmo e sugestões para os próximos. Tendo em vista que a avaliação do I Encontro Interfases foi positiva, o segundo encontro ocorreu em 05/03/96, seguindo a mesma metodologia.

No terceiro Interfases, a metodologia foi mudada, usando-se os primeiros 10 minutos para apresentação de todos os coordenadores (de fase, de pesquisa, de extensão, pós- graduação, etc.) do Departamento de Enfermagem, mais 5 minutos para uma apresentação musical feita por aluno. Os alunos, desta vez, foram agrupados por fase e, após 15 minutos de trabalho conjunto, tiveram um total de 50 minutos para apresentação do relatório de todas as fases. O auditório foi previamente enfeitado com balões, que ao final foram estourados para a leitura de mensagens neles contidas, para cada fase. Ao final do Encontro, todos – professores e alunos cantaram uma música e, de mãos dadas fizeram uma oração.

Foi a primeira vez que o componente afetivo-emocional foi introduzido no Encontro. A partir deste Interfases, por sugestão do conjunto de alunos e professores, o Encontro passou a ocupar 5 horas aula, tendo portanto, além do tempo destinado à avaliação e reflexão do curso, tempo para jogos e brincadeiras de integração entre alunos e professores. A partir do quarto Encontro, os alunos passaram a eleger, entre seus pares, a Miss e o Mister Interfases, idéia esta criada na gestão da Coordenadora do Curso de Graduação em Enfermagem – Tânia Mara Xavier Scóz e Eliane Pereira do Nascimento.

As atividades de integração formadas por brincadeiras, jogos e distribuição de brindes para sorteio (livros e periódicos publicados por professores do Departamento de Enfermagem), passaram a ser parte integrante dos Encontros que passaram também a ser assumidos e coordenados pela nova Presidente do Colegiado do Curso, prof. Marta Lenise do Prado.

Em 1999, assume nova Presidente do Colegiado – Prof. Vera Radünz que, em função da LDB e de sua importância para educação, suprime os jogos e brincadeiras do Encontro, para possibilitar a abertura de espaço para discussão da LDB e suas repercussões junto aos alunos.

Neste mesmo ano iniciou-se a busca e a apresentação de “talentos” entre professores e alunos que, a cada encontro, passaram a apresentar-se com poesias, contando anedotas, tocando instrumentos musicais, cantando músicas, falando outro idioma, enfim: divulgando talentos não relacionados à profissão de enfermeiro, na busca de interação simplesmente como seres humanos.

No primeiro semestre de 2000, o Encontro, ainda planejado pela Presidente do Colegiado, com a colaboração de professores interessados, teve mais uma inovação: foi solicitado aos alunos da oitava fase (formandos), que apresentassem um resumo de sua vivência no curso.

Os alunos fizeram a apresentação na forma de dramatização intitulada “Falha Nossa”, onde fase a fase, destacaram os momentos mais marcantes, seus medos, anseios, erros e acertos, simulando situações de ensino-aprendizado teórico e prático. Esta apresentação causou encantamento e admiração do conjunto de alunos e professores da platéia, pelo potencial criativo e humanístico dos alunos. A experiência foi tão positiva que a professora Vera Radünz, então Presidente do Colegiado do Curso, sugeriu que os próximos encontros fossem programados pelos alunos, havendo sorteio da fase que ficaria responsável pela programação do mesmo. Os sorteados foram os formandos, que ficaram responsáveis pelo preparo do evento, com a colaboração dos professores e, em especial, da Presidente do Colegiado do Curso.

A partir de 2002.2, decidiu-se por votação no Interfases, que os alunos formandos passariam a assumir a organização e programação de todos os encontros, contando com o apoio e parceria da Presidência do Colegiado do Curso e dos professores interessados em colaborar. No primeiro semestre de 2010 foram completados 15 anos de Interfases.

 

III – Avaliação

 

Desde o primeiro Encontro, a maioria das avaliações tem sido positiva.

Na metodologia inicial, voltada mais para avaliação e busca da melhoria da qualidade de ensino, houve uma resistência inicial do corpo docente, que passava a ser avaliado pelos alunos. Esta resistência inicial cedeu espaço à compreensão de que este era um bom momento para crescimento e revisão dos paradigmas da metodologia de ensino.

O corpo discente, desde o início, gostou de ter um espaço para colocar sua ótica, expor seus medos, angústias, ansiedades e reivindicações num fórum legitimado para tanto, pelo Colegiado do Curso.  Além de legitimado “de direito”, o Encontro passou a ser legitimado “de fato”, na medida em que professores e alunos foram incorporando esse evento na vida acadêmica.

À medida que brincadeiras, jogos e outros momentos lúdicos de integração foram sendo introduzidos no Encontro, este passou a ser mais “humanizado”, cativando a cada semestre mais adeptos, tanto no corpo discente, como no docente.

Como este encontro é também um exercício de democracia, a presença, tanto de alunos, como de professores, não é obrigatória, no entanto, a platéia nunca é inferior a 200 pessoas, ou seja, a maioria dos envolvidos no curso.

Aqueles que não o julgam importante e necessário têm o direito de não participar. Podemos dizer que existe, entre alunos e professores, uma parcela que considera o Interfases desnecessário, repetitivo ou sem importância, mas também podemos afirmar com convicção, pela própria computação das listas de presença, que estes constituem minoria.

O corpo discente atualmente assume este espaço e este momento como seu e dele não

“abre mão”.

A poesia abaixo transcrita, feita por uma tia de formanda, para ser declamada no Interfases 2000 talvez, na nossa percepção, resuma o pensar do coletivo do corpo discente sobre este encontro:

“ Nossas caras professoras

Criaram o Encontro Interfases

Já vários aconteceram

E nos serviram como base

 

Elas sempre o organizaram

Com muita dedicação

Mas agora resolvem

Dar para nós esta lição

 

Fizeram então um sorteio

Do tipo carta marcada

Para ver das oito fases

Qual seria a sorteada

 

Coube a nós da 8ª fase

Pois só assim poderia ser

Organizado este encontro

E é justo isto acontecer

 

Só nós podemos fazer

Um completo retrospecto

Comentar fase por fase

Salientando um aspecto”

                                                                                      … continua

 

 

Outras formas de avaliação incluem falas como:

 

“É válido para quebrar expectativas negativas em relação às fases que vamos integrar”

“É bom para conhecermos os colegas do curso”

“Dá um conhecimento geral do curso”

“Quem está entrando (calouro) passa menos dificuldades e esclarece dúvidas”

“Evidencia fatos positivos e negativos de cada fase”

“Oportunidade para conversar, expor problemas, não deixando se acumularem”

“Importante para conhecer professores que dão aula e professores que  ocupam cargos no curso”

“Foi emocionante”

“Espaço para o aluno colocar o que passou e preparar o aluno que está ingressando na fase”

“Promove visão ampla do curso”

“O aluno se sente recepcionado no curso”

“Propicia integração entre as pessoas do curso”

“O conhecimento prévio da fase que se vai cursar auxilia no desempenho do aluno”

 

 

IV – Considerações Finais

 

Concluímos que o Interfases é um momento importante na vida acadêmica e tem se mostrado uma experiência positiva. Ao propiciar, além da integração entre os indivíduos que compõe o todo de um curso (corpo docente e discente) como seres humanos, a oportunidade para uma avaliação continuada do curso e de seus paradigmas na relação ensino-aprendizagem, proporciona um salto qualitativo para melhoria do ensino e por conseqüência, do profissional em formação.

Recomendamos a todos os Cursos de Nível Superior, em especial os de Enfermagem, que busquem implementar o Encontro Interfases, na busca de ver única e simplesmente como Gente os indivíduos que instrumentalizam para lidar com o ser humano.

Resultado da Seleção para Bolsista no Projeto Ninho 2013.1
Publicado em 12/04/2013 às 16:42

ATENÇÃO: Eleição para Coordenação do Curso de Graduação em Enfermagem
Publicado em 12/04/2013 às 15:25

Prezados Professores, Técnicos-administrativos e Acadêmicos de Enfermagem UFSC,

 

Em função da impossibilidade da posse da equipe anteriormente eleita à Coordenação do Curso de Graduação em Enfermagem, Profª Jussara Gue Martini e Profª Soraia Dornelles Schoeller (a Coordenadora eleita do Curso de Graduação afastou-se para realização de Estágio Pós-doutoral em Portugal antes de assumir suas funções, impedindo a Subcoordenadora eleita de responder legalmente pela Coordenação em sua ausência), o Departamento de Enfermagem deliberou por uma nova Eleição para a Coordenação do Curso de Graduação, em data coincidente aquela anteriormente definida para a realização da Eleição para Chefia do Departamento, ou seja, dia 22 de abril de 2013.

Desta forma, informamos que, pelo exiguo tempo para conclusão deste Processo Eleitoral, e visando posibilitar uma mobilização única dos Colegiados de votantes envolvidos, encontram-se abertas somente até a próxima segunda-feira, dia 15 de abril de 2013, as inscições para as chapas concorrentes aos cargos de Chefia do Departamento (Chefe e Subchefe) e Coordenação do Curso de Graduação (Coordenador e Subcoordenador).

Nesta mesma comunicação, informamos a necessidade de mesários para auxiliar no processo de votação a realizar-se em 22 de abril de 2013. Gentileza encaminhar os nomes à Secretaria do Departamento, em nfr@contato.ufsc.br.

 

Att.

 

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